We've found the weapon
Standing at the crossroads
On the other side of the earth
Waiting as the world turns
Here, we see a coiled serpent
Black and naked in the sun
Stone is flung, serpent wakens
Arrow of poison pierces our hearts
Taste the angel cancer flesh
Michael flies too fast to tame
We see sorrow folding to them
Paves their way, fight for laughs
Slow infection
Dose of poison
Eyes closed in
and merciless
Merciless
Merciless
In Pascal's brain
In hurried arms
No hell found here
Only dreadful tears
Passa da meia-noite e é hora de dormir. Mas há a noite lá fora... tenho vontade de ir. Vontade de ir: entregar, não, digo... me entregar e não voltar. Mas tem também o despertador amanhã, adianta não. Sete e meia, daqui a pouco é hora de bater o ponto, sentar e esperar a xícara de café. Sonhar. Odiar, odiar mais um pouco, querer matar. Sonhar. Um dia acaba, e o dia também acaba. Amanhã é tudo de novo mais uma vez.
Acaba. Mais um dia e mais uma noite. Penso em você, passando pelo o mesmo e fingindo que não é tão ruim assim: do mesmo, mesmo jeito que eu. Acho graça. Dá pra sentir a pressa? O prazo, o vencimento, o limite, o limiar? O cursor acusa: é hora de ir. __Deixa de ser boba, garota. Vai dormir. Amanhã é dia de ganhar a vida, acorda e vai dormir.
Vou dormir. Sem sono, sem cloxazolam e sem qualquer miligrama de alento. Mas sim, você tem razão, é hora de dormir.



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